Arquivos para abril 22, 2013

22 abr

Da semana: 15 à 21 de abril!por Ju Santos

PICKS_semana22abr____

 

 

Hora de compilar mais uma vez as minhas escolhas da semana, registradas no Instagram (JulianaSantos03).

A segunda-feira foi dia de eleger o momento relax não só do dia, mas da vida! Nada mais gostoso, relaxante e prazeroso do que as horas de brincar e pintar o sete com o meu filhote. Não tem preço, nem nada em troca.

Terça-feira: as baby bags estão sendo uma febre no mundo das bolsas desejos e adoro esse modelo mini da Chloé. É uma versão baby, mas ainda sim espaçosa!

A tarde da quarta-feira foi dedicada à sessão de fotos para uma revista que logo mais será publicada! Assim que a matéria sair, mostro pra vocês! Entre uma troca de roupa e outra, o colar em metal e pedrarias da 3:AM foi eleição certa!

E a quinta? Gente, que verdadeiro horror tenho à Feliciano! Dia eleito para dedicar um beijo especial para esse infeliz! Na foto, Camila Ferza, amiga e stylist da Dona Santa. Junto da foto publicada, as hashtags: #forafeliciano #felicianoéoinfernoastral #vaiserfelizfeliciano #respeito #igualdade #liberdade #infeliciano

Sexta-feira foi dia de levar pra casa dois amores da Schutz! Eita! Paixão pelas duas ankles da nova coleção. Doida para usar…

No sábado, vamos com um pouco de arte? Admiradora que sou das obras do mestre Reynaldo Fonseca, me deu vontade de eleger uma das suas obras que mais curto : Homenagem à Magritte. Amo essa tela!

E o domingão foi de pedalar pela cidade! Yes! Uma delícia sair da zona norte chegar ao Marco Zero do Recife, atravessar o rio de barquinho e pedalar pela orla! Passeio lindo e divertido!

É isto! Próxima semana tem mais eleições! ;)

 

 

04 abr

Um amor de leitura!por Januaria Querette

O filho de mil homens

As inspirações da minha vida e do meu trabalho vem de vários lugares. Da rua, das vitrines, das exposições e, principalmente, dos livros que eu leio. Ler, pra mim, é transcender. É migrar. É escapar. A leitura de um bom livro funciona como uma faxina nos meus pensamentos. Refresca minhas ideias e me deixa feliz. Por isso, senti vontade de fazer uma pausa nos textos de moda diretamente e escrevi um texto sobre um dos melhores livros que já li na minha vida. Recomendo muito.  Foi a alegria desse meu inverno parisiense.

O novo livro de Valter Hugo Mãe, O filho de Mil Homens, já chega em minhas mãos muito bem recomendado, presente de uma amiga querida, de quem as dicas literárias são sempre preciosas. Eu não conhecia esse escritor português de nome engraçado e escritura fina. Fui cativada desde o primeiro paragrafo. De prosa simples, imaginativa e própria, VHM conta neste livro a estória de Crisóstomo, pescador, sozinho, que “chegou aos quarenta anos e assumiu a tristeza de não ter um filho”. Um dia saiu à rua e disse a toda a gente que era um pai à procura de um filho. Esse filho apareceu. Era um rapaz de catorze anos, “carregado de ausências e silêncios”, e chamava-se Camilo.

O livro nos prende do começo ao fim. Os personagens nos cativam e nós vivemos com eles as dores, alegrias e solidão de suas histórias. Crisóstomo, o protagonista, é um personagem amoroso, simples de educação, mas com uma imensa compreensão e aceitação da vida. Ele é o fio condutor deste encontro. É nele que começa essa extraordinária e inclusiva família.

Em Isaura, nós encontramos a secura da tristeza, da desesperança e da solidão. É com ela também que vivemos a esperança e a imprevisibilidade da vida e das estórias. É através do amor inocente dela e de Crisóstomo que a vida se renova, rompe as regras da civilidade e existe.

O ponto mais dolorido e delicado do livro é a vida de Antonino, “homem maricas”, excluído  da vida social do vilarejo pela sua condição de homossexual. É nele que toda ignorância e primitivismo da vida camponesa é dito. É ele quem sofre toda a violência de ser “diferente e inaceitável”. A inclusão de Antonino nessa família inventada nos conta da inclusão do irremediável da vida. É a inclusão suprema de cada um dos personagens. É a oficialização da compreensão das diferenças, é a superação da vida a partir das regras. É a coroação do reino amoroso de Crisostomo. O capítulo mais engraçado e onde percebemos a brutalidade e simplicidade dessa vida rural é o que retrata o pedido de casamento de Rosinha, a caseira.  Um senhor de mais de oitenta anos e que acaba de perder a mulher, precisa urgente encontrar outra que a substitua, pois está com a casa suja e desarrumada e a mal alimentar-se. Senhor Gémudio, chega ao portão da casa de Dona Matilde, onde mora Rosinha e assim como quem faz um negócio na feira, lhe propõe casamento. E respondendo ao mesmo negócio feirante, Rosinha aceita o pedido.  Vai se casar com o Senhor Gémudio pra poder ter uma casa. O aparecimento de uma galinha mágica e enorme dá o tom fantasioso do livro e nos faz pensar na literatura sul americana. Deixando pistas do sucesso de Valter Hugo Mãe em países como o Brasil.

É um livro de pertencimento, de inclusão dos outros e de si. É um livro de amor, de simplicidade e de ternura. Eu fiquei apaixonada pelo livro e por Valter Hugo Mãe.

Valter Hugo Mae

Valter Hugo Mãe

 

 

 

25 mar

Nova Zelândia: Paradise can not be far from it!por Marina Motta

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Em 2006 fiz uma viagem de duas semanas pela Nova Zelândia e fiquei completamente apaixonada por este país! Definitivamente tenho que concordar com uma placa que li na cidade Whangarei bem ao norte do país que dizia: “New Zealand – Paradise can not be far from it!!”

 Pude percorrer as duas ilhas que formam a Nova Zelândia e visitei as principais cidades, meu roteiro foi o seguinte: Recife – São Paulo – Santiago – Auckland – Whangarei – Tutukaka – Whangarei – Hamilton – New Plymouth – Dunedin – Christchurch – Auckland – Santiago – São Paulo – Recife.

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ILHA NORTE:

Considero a ilha norte “The Real New Zealand”. Nesta região a cultura é mais forte, o pessoal é mais descontraído e o clima é super quente.

Na primeira parada, Auckland (maior cidade do país), podemos sentir a tranqüilidade da Nova Zelândia mesclada a um certo agito de um grande centro. É de se impressionar a quantidade de barcos! A relação é de dois barcos a cada três habitantes!

Dentre os pontos turísticos visitados, o primeiro foi o Museu de Auckland para ver uma apresentação Maori (primeiros habitantes da ilha). Lá dizia: KIA ORA HAERE MAI (“Olá!seja bem vindo!” em Maori). No caminho, passamos por um parque chamado “Domain” que é super bonito. Depois seguimos para o “Mont Éden” onde se pode ver uma bela vista da cidade e, finalmente, todo o grupo seguiu para o Downtown, onde, vimos muitas lojas de souvenirs.

Falando em souvenirs, você não pode sair da Nova Zelândia sem pelo menos uma dessas lembranças:

a) Cosméticos de Kiwis fruit: A palavra Kiwi é, sem dúvida a palavra que você mais vai ouvir no país, isso porque ela pode ter 3 significados: a fruta, um pássaro e ainda nome para quem nasce na Nova Zelândia.

b) Ovelhas de Pelúcia. Existem mais ovelhas do que pessoas na Nova Zelândia! Este é sem dúvida um animal típico do país.

c) Jóias de pedra Jade e Paua Shell.

d) Artigos esportivos do All Blacks, o melhor time de Rugby do mundo e um orgulho nacional.

A próxima parada foi a cidade de Whangarei bem ao norte. É uma cidade super charmosa. O centrinho é muito fofo e tem tudo! Super bem servida de restaurantes e lojinhas. Whangarei é próxima à região de Bay of Islands e à Tutukaka onde se situa “Poor Knight Islands” considerado o melhor lugar para mergulho da Nova Zelândia. É claro que eu não deixei de experimentar! A região lembra um pouco Fernando de Noronha. O clima é maravilhoso, tem lindas praias, ideal para a prática de esportes náuticos, as paisagens são paradisíacas, a gente simpática e hospitaleira e a cultura Maori é forte e rica.

Terceira cidade: Hamilton, é uma cidade grande, parece que você está nos EUA, tem uma universidade enorme (The University of Waikato) por isto tem mais Pub’s e uma certa vida noturna. Tem o maior rio do país e fica a cerca de 40 minutos de Raglan – uma das melhores regiões de Surf da Nova Zelândia.

A cidade de Rotorua, uma das cidades mais turísticas da Nova Zelândia, é famosa por seus termas e pela forte cultura Maori. Fica próximo a Waitomo Caves, também bastante turístico e bonito. Já Taupo é próxima de Rotorua, tem brilho próprio pelo seu famoso lago e pelos esportes radicais que, inclusive, são mais baratos do que em Queenstown. A cidade é próxima de montanhas para a práticas de esportes de inverno. New Plymouth, é uma cidade pequena, todo mundo conhece todo mundo, muito segura, o clima estava quente e agradável no verão, tem acesso à praias para surf e acesso às montanhas para prática de esqui e snowboard.

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ILHA SUL:

A primeira parada da ilha sul foi na cidade de Dunedin que significa “a Escócia do Sul”. Parece realmente que você está na Europa, pelo clima mais frio e pelas construções, porém com a grande diferença dos neozelandeses serem mais simpáticos e abertos. A cidade fica próximo à Queestown, região mais famosa para prática de esportes radicais. Curiosidade: Para pular dos três Buggy-jumps, a chamada “Trilogia”, o preço é em torno de NZD 300,00. Recomendo demais também a região de Milford Sounds com lindos Fiordes e Mount Cook, ideal para esquiar e andar de snowboard. A última parada Christchurch, cidade bastante européia, é considerada a cidade mais inglesa fora da Inglaterra, é também uma das maiores cidades do país.

Bem, como deu para perceber, gostei muito da Nova Zelândia, para quem quer aprender inglês num estilo bem descontraído, aprecia a natureza e adora praticar esportes radicais ao ar livre, a Nova Zelândia é uma ótima escolha! As pessoas são mais puras e do que os EUA, mais simpáticas e mais abertas à diferentes culturas do que a Inglaterra, e o clima é mais ameno e quente do que o Canadá .

Espero que tenham gostado da Nova Zelândia! Até a próxima! ;)

 

21 fev

2013 inspira viagens sabáticas!por Marina Motta

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Roteiros com mais de cem dias são ideais para quem deseja refletir sobre a vida, traçar novas metas e ainda conhecer novas culturas.

Viajar é trocar a roupa da alma”, já dizia Mário Quintana. Quem leu o best-seller “Comer Rezar Amar” acompanhou a viagem da autora Elizabeth Gilbert em busca de sua redescoberta pessoal pela Itália, Índia e Indonésia, e comprovou que ela conseguiu se reencontrar. O caso de Liz Gilbert não é o único. Por isso, atento à mudança no comportamento de seus clientes, o STB – Student Travel Bureau selecionou alguns roteiros prolongados para aqueles que desejam reavaliar as possibilidades de carreira, refletir sobre a vida e traçar novos objetivos.

O período sabático, pausa entre um ciclo e outro da vida, está intimamente ligado ao lifestyle e agrega rica bagagem à vida dos viajantes, pois permite a redescoberta de si mesmo, além do conhecimento de novas culturas. Em parceria com o Intrepid Travel (principal operadora turística européia) e com dicas de guias locais, os roteiros são voltados para grupos de, no máximo, 12 pessoas e oferecidos em três categorias, que atendem a diferentes perfis. Na Basix, é possível se hospedar em casa de família ou em hotéis da comunidade local de uma a duas estrelas e os passeios são feitos com transporte público e até mesmo de bicicleta. Na categoria Original, os hotéis variam de duas a três estrelas e os passeios são feitos tanto com transporte público quanto privado. Na Comfort, os hotéis variam de três a quatro estrelas e todos os tours são feitos com transporte privado.

Confira a seguir, alguns roteiros para período sabático: 

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Mais informações, recife@stb.com.br ou (81)2123-4522

Bjs e até a próxima viagem!

Marina.