Viagem

Na nossa categoria dedicada à viagem, vocês irão contar não só com as minhas dicas e experiências pelo mundo a fora, mas também com os posts imperdíveis de uma grande amiga minha: Marina Motta. A garota gerente do STB (Student Travel Bureau), em Recife, tem na bagagem 11 intercâmbios, é autora do livro e blog Intercâmbio de A a Z e, portanto, irá contar suas milhares de histórias e recomendações quando o assunto é destinos pelo mundo. Embarquem e divirtam-se nesse espaço conosco!

AUTORES

  • Ju Santos
  • Karol Nogueira

09 mai

A região da Aquitâniapor Marina Motta

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“Sempre teremos Paris…” é a frase memorável do filme “Casablanca” (1942), que expressa a paixão eterna entre os dois personagens separados pela guerra e pela vida (Rick e Ilsa). Mas além de Paris, a França tem muitos outros tesouros impossíveis de serem descobertos de uma só vez… Por esta razão, é sempre indicado fazer a França por regiões, já que cada uma delas tem muito a oferecer. Hoje, por exemplo, falaremos da Aquitânia.

Localizada no sudoeste da França, a Aquitânia tem fronteira com a Espanha através da zona de montanha, os Pirinéus Atlânticos. Terceira maior região da França, acolhe riquezas de valor insuspeitável e vários edifícios são classificados como monumentos históricos!

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Começaremos por Bordeaux e seus vinhedos. Construída pelos romanos e com patrimônio arquitetônico reconhecido pela Unesco, Bordeaux é também conhecida como a capital do vinho, ou como a região do “comer bem” e do “viver bem”. Dentre as castas principais, está a Merlot, a Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon, que estão presentes no tintos secos e encorpados. Vinhos célebres como Mouton-Rothschild, Latour, Angélus e também comidinhas bem francesas, como o foie gras, são degustado de várias formas por lá. Bordeaux é também maior centro cultural da região e um núcleo de transporte entre o sul da França e a Espanha. A cidade oferece ótima estrutura ao turista. Restaurantes de cozinha regional e internacional, hotéis estrelados ou não, lojas de grifes, incrível arquitetura e ótimos espaços abertos para desfrutar da atmosfera jovem e elegante de Bordeaux.

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Outra boa pedida é Biarritz, capital europeia do surf. O charme e o requinte desta cidade seduzem. Trata-se da “rainha das praias e a praia dos reis”, frase célebre dita pela Imperatriz Eugénie no século XIX e que acabou trazendo para esta modesta vila de pescadores grande parte da elite europeia. A tradição permanece, e suas belezas também.

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Por fim, não podemos deixar de lado a região dos vilarejos fortificados com famosos terrenos pré-históricos e cidades com paisagem maravilhosa. O departamento da Dordogne é sinônimo de uma viagem através dos tempos. Não deixe de visitar o local pré-histórico do Vale de Vézère, na Dordogne, que acolhe grutas decoradas e os mais belos vestígios do paleolítico. Entre os mais conhecidos, as grutas de Lascaux.

Pensando em descobrir esta ou outras regiões francesa? O STB/Recife pode organizar toda a sua viagem! Entre em contato através do recife@stb.com.br.

Beijos e até a próxima viagem,
Marina.

Marina Motta

Capricorniana, internacionalista, autora do livro e blog Intercâmbio de A a Z e gerente do STB (Student Travel Bureau), em Recife. Apaixonada pelo mundo e por novos destinos, culturas e idiomas, é fluente em 5 idiomas (portugês, inglês, francês, espanhol e alemão) e tem bagagem de 11 Intercâmbios realizados entre 1996 a 2001. Em Junho/2010, foi entrevistada por Jô Soares, na TV Globo, na ocasião do lançamento do seu livro "Intercâmbio de A a Z" e, desde Agosto/2010, é também colunista da revista FERA! Desde 2005, é atuante em entrevistas e matérias sobre intercâmbio nos jornais Folha de São Paulo, Estado de Minas, Estadão, Jornal do Commercio, Diário de Pernambuco, Folha de Pernambuco e O Povo, e em matérias nas emissoras TV Globo, SBT, Band, TV Universitária e TV Clube. Já no quesito revistas, de circulação nacional, temos a Viagem e Turismo e Revista Capricho, além de sites como UOL e Veja. Agora, no Blog JuSantos!
 

29 abr

Turquia: Muito além da Capadócia!por Marina Motta

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A novela Salve Jorge despertou grande interesse por este país cheio de história e cultura. As paisagens de jeito lunar da Capadócia são tão desconcertantes que devem ter ajudado nos mitos que elevaram São Jorge, nascido ali no século 3, a ser uma celebridade de diferentes religiões – do cristianismo ao candomblé. O mártir tornou-se rapidamente um dos maiores ícones de devoção no Oriente Médio e depois em todo o mundo ocidental. No entanto, além da Capadócia (e é claro, da sua principal cidade, Istambul), a Turquia tem muitos outros destinos tanto ou mais incríveis do que a Capadócia. Quer alguns exemplos? Então apertem os cintos e vamos em frente!

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Uma das maravilhas naturais mais extraordinárias da Turquia. A grande atração é a imensidão branca do penhasco com bacias esculpidas cheias de água e quedas d’água congeladas, que parecem feitas de neve, nuvem, algodão. Aliás, esta é a origem do nome Pamukkale: “Castelo de Algodão”. A explicação científica para este curioso fenômeno são os locais térmicos quentes que, por baixo do monte, provocam o derrame de carbonato de cálcio. É uma paisagem protegida e que fascina, pois a ação das várias águas minerais que contém óxidos de cálcio deixou fantásticas marcas nas estruturas. O efeito resultante é espetacular: as águas derramam sobre uma série de degraus, formando cascatas solidificadas e bizarras. Tanto as cascatas como a água mudam de cor de acordo com a luz do sol e o efeito é surpreendente. Às vezes brancas, outras azuis, verdes, ou ainda avermelhadas. O espetáculo é deslumbrante!

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Inicialmente chamada de Halicarnasso, tem um passado incrivelmente rico cujas ruínas mais antigas remetem ao Século XII A.C., estando localizado dentro ou próximo a muitos dos grandes acontecimentos da antiga civilização. Bodrum é hoje um dos principais pontos turísticos da Turquia, famoso não somente pelo seu passado e monumentos históricos, como também pelas suas belas praias (a Praia de Akyarlar, por exemplo, está listada como uma das 10 mais lindas do mundo), suas casas brancas ao longo da orla, suas ruas estreitas que descem ao mar e ainda pela sua agitada vida noturna. O maior símbolo do local é o Castelo de São Pedro, monumento da época medieval construído sobre as ruínas do túmulo do Rei Mausolo (morto em 353 A.C.). Seu túmulo, aliás, constituiu uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo e dele originou a palavra mausoléu.

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Era a mais rica e uma das mais importantes cidades da antiguidade, tendo sido fundada por Androclos e colonizada por volta do 10° século antes de Cristo. Viveu sua grande fase no século II A.C., quando chegou a ter uma população de 300.000 habitantes e monopolizou a riqueza do Oriente Médio. Hoje Ephesus se constitui num ótimo destino turístico, com suas impressionantes ruínas, templos magníficos, teatros e ainda suas incontáveis belezas naturais, além das ruínas do Templo de Artemis, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, o Museu Arqueológico e a Igreja de St. John.

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Situada no sul do país, na chamada Riviera Turca, Antalya, cujo início data do período paleolítico, é hoje um dos principais pontos turísticos da Turquia – aproximadamente 40% dos turistas estrangeiros que chegam ao país, fazem-no em Antalya. Motivos para isto não faltam. A região tem muita importância para os cristãos, uma vez que foi daqui que partiram S. Paulo, S. Barnabé e S. Marcos para pregarem a mensagem de Cristo. Seu legado histórico é outro ponto de interesse, com monumentos muito bem preservados, como por exemplo o minarete Yivli (todo de ladrilho, do ano de 1.230), o impressionante anfiteatro de Aspendos (o mais bem conservado do mundo, construído em meados do século II D.C.), e o Museu Arqueológico. Anatlya se destaca também pelas suas belas paisagens naturais. De um lado imponentes montanhas (algumas inclusive com picos nevados), e do outro a sua maravilhosa orla, com praias de tirar o fôlego, de águas quentes e cristalinas. Tudo isso somado a um bem equipado complexo hoteleiro, ótima gastronomia e seus famosos bazares. Não há dúvidas, Antalya merece a visita!

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Nos últimos anos, a Turquia tornou-se um dos principais destinos turísticos da Europa. Com a rápida implantação de modernos resorts, tanto para o verão, quanto para o inverno. Mais e mais turistas passaram a visitar o país conhecendo a história, a cultura e usufruindo das belezas existentes. Uludag é uma delas. Situa-se a 36 km ao sul de Bursa, sendo acessível por estrada ou através de um bondinho. É hoje um dos centros de esportes de inverno favoritos da Turquia, com suas famosas pistas de esqui, ótima infra-estrutura hoteleira e grande riqueza de fauna e flora. Durante o verão, o Parque Nacional serve como cenário para belas caminhadas e acampamentos. Uludag era chamado nos tempos antigos de Olimpo Misios (na mitologia, era conhecido como o lugar onde os deuses assistiam à guerra troiana), e está a 2.543 metros de altitude, sendo o ponto mais alto da região do Mar de Mármara. Dentre suas características geográficas mais interessantes estão as Cachoeiras Aras e as geleiras no pico.

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É uma cidade turca com grande quantidade de monumentos da época do Império Otomano, localizada próxima ao Mar Negro e reconhecida pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. Do século XIII até o advento da estrada de ferro, no início do século XX, Safranbolu foi uma importante estação para caravanas na principal rota de comércio entre oriente e ocidente. Durante seu apogeu no século XVII, a arquitetura de Safranbolu influenciou o desenvolvimento urbano em grande parte do Império Otomano, tendo suas muito bem conservadas casas típicas em estilo otomano se transformado em símbolo arquitetônico da Turquia. Dentre as inúmeras atrações turísticas da região podemos citar, por exemplo, suas mais de 25 mesquitas, um castelo, o velho edifício do Governo, a Torre do Relógio e a prisão, agora em desuso. A construção mais famosa da parte velha da cidade é o recentemente restaurado Cinci Hani, uma antiga casa de banhos, com lindo interior em mármore, que data de 1645. Além da arte, arquitetura e outras atrações, Safranbolu também se destaca pelas impressionantes belezas naturais da região, com densas florestas, cavernas e vales, ideais para caminhadas, alpinismo e passeios de bicicleta.

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Um dos mais visitados destinos turísticos da Turquia é a cidade descrita por Homero, na Ilíada. As ruínas da cidadela de Tróia estão a 350 km de distância de Istambul, em Bandirma. Um passeio que garante um dia cheio de histórias interessantes. Os vestígios, hoje abertos para visitação, foram descobertos em 1822 pelo arqueólogo alemão Heinrich Schelieman. Até então, a cidade era considerada apenas uma lenda. Hoje, no sítio arqueológico, é possível ver ruínas de nove cidades, uma construída sobre a outra. Acredita-se que Tróia I tenha sido habitada no início da Era do Bronze, por volta de 3000 A.C.. A descrita por Homero seria Troia VI (1800-1250 a.C.). Apesar do cenário ser real, não há provas da existência de Helena ou do cavalo de madeira cheio de soldados. Mesmo assim, há no local um imenso equino que remete os turistas à famosa lenda na qual Tróia foi conquistada pela Grécia, na chamada Guerra de Tróia. Um grande cavalo de madeira foi deixado junto às muralhas de Tróia. Construído de madeira e oco no seu interior, o cavalo abrigava alguns soldados gregos dentro da sua barriga. Deixado à porta da cidade pelos gregos, os Troianos acreditaram que ele seria um presente como sinal de rendição do exército inimigo. Durante a noite, os guerreiros deixavam o artefato e abriam os portões da cidade. O exército grego pôde, assim, entrar sem esforço em Tróia, tomar a cidade, destruí-la e incendiá-la.

E então, está precisando tirar umas férias? Inspire-se na novela #SalveJorge!
Para maiores informações, mande um email para: recife@stb.com.br.

Marina Motta

Capricorniana, internacionalista, autora do livro e blog Intercâmbio de A a Z e gerente do STB (Student Travel Bureau), em Recife. Apaixonada pelo mundo e por novos destinos, culturas e idiomas, é fluente em 5 idiomas (portugês, inglês, francês, espanhol e alemão) e tem bagagem de 11 Intercâmbios realizados entre 1996 a 2001. Em Junho/2010, foi entrevistada por Jô Soares, na TV Globo, na ocasião do lançamento do seu livro "Intercâmbio de A a Z" e, desde Agosto/2010, é também colunista da revista FERA! Desde 2005, é atuante em entrevistas e matérias sobre intercâmbio nos jornais Folha de São Paulo, Estado de Minas, Estadão, Jornal do Commercio, Diário de Pernambuco, Folha de Pernambuco e O Povo, e em matérias nas emissoras TV Globo, SBT, Band, TV Universitária e TV Clube. Já no quesito revistas, de circulação nacional, temos a Viagem e Turismo e Revista Capricho, além de sites como UOL e Veja. Agora, no Blog JuSantos!
 

25 mar

Nova Zelândia: Paradise can not be far from it!por Marina Motta

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Em 2006 fiz uma viagem de duas semanas pela Nova Zelândia e fiquei completamente apaixonada por este país! Definitivamente tenho que concordar com uma placa que li na cidade Whangarei bem ao norte do país que dizia: “New Zealand – Paradise can not be far from it!!”

 Pude percorrer as duas ilhas que formam a Nova Zelândia e visitei as principais cidades, meu roteiro foi o seguinte: Recife – São Paulo – Santiago – Auckland – Whangarei – Tutukaka – Whangarei – Hamilton – New Plymouth – Dunedin – Christchurch – Auckland – Santiago – São Paulo – Recife.

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ILHA NORTE:

Considero a ilha norte “The Real New Zealand”. Nesta região a cultura é mais forte, o pessoal é mais descontraído e o clima é super quente.

Na primeira parada, Auckland (maior cidade do país), podemos sentir a tranqüilidade da Nova Zelândia mesclada a um certo agito de um grande centro. É de se impressionar a quantidade de barcos! A relação é de dois barcos a cada três habitantes!

Dentre os pontos turísticos visitados, o primeiro foi o Museu de Auckland para ver uma apresentação Maori (primeiros habitantes da ilha). Lá dizia: KIA ORA HAERE MAI (“Olá!seja bem vindo!” em Maori). No caminho, passamos por um parque chamado “Domain” que é super bonito. Depois seguimos para o “Mont Éden” onde se pode ver uma bela vista da cidade e, finalmente, todo o grupo seguiu para o Downtown, onde, vimos muitas lojas de souvenirs.

Falando em souvenirs, você não pode sair da Nova Zelândia sem pelo menos uma dessas lembranças:

a) Cosméticos de Kiwis fruit: A palavra Kiwi é, sem dúvida a palavra que você mais vai ouvir no país, isso porque ela pode ter 3 significados: a fruta, um pássaro e ainda nome para quem nasce na Nova Zelândia.

b) Ovelhas de Pelúcia. Existem mais ovelhas do que pessoas na Nova Zelândia! Este é sem dúvida um animal típico do país.

c) Jóias de pedra Jade e Paua Shell.

d) Artigos esportivos do All Blacks, o melhor time de Rugby do mundo e um orgulho nacional.

A próxima parada foi a cidade de Whangarei bem ao norte. É uma cidade super charmosa. O centrinho é muito fofo e tem tudo! Super bem servida de restaurantes e lojinhas. Whangarei é próxima à região de Bay of Islands e à Tutukaka onde se situa “Poor Knight Islands” considerado o melhor lugar para mergulho da Nova Zelândia. É claro que eu não deixei de experimentar! A região lembra um pouco Fernando de Noronha. O clima é maravilhoso, tem lindas praias, ideal para a prática de esportes náuticos, as paisagens são paradisíacas, a gente simpática e hospitaleira e a cultura Maori é forte e rica.

Terceira cidade: Hamilton, é uma cidade grande, parece que você está nos EUA, tem uma universidade enorme (The University of Waikato) por isto tem mais Pub’s e uma certa vida noturna. Tem o maior rio do país e fica a cerca de 40 minutos de Raglan – uma das melhores regiões de Surf da Nova Zelândia.

A cidade de Rotorua, uma das cidades mais turísticas da Nova Zelândia, é famosa por seus termas e pela forte cultura Maori. Fica próximo a Waitomo Caves, também bastante turístico e bonito. Já Taupo é próxima de Rotorua, tem brilho próprio pelo seu famoso lago e pelos esportes radicais que, inclusive, são mais baratos do que em Queenstown. A cidade é próxima de montanhas para a práticas de esportes de inverno. New Plymouth, é uma cidade pequena, todo mundo conhece todo mundo, muito segura, o clima estava quente e agradável no verão, tem acesso à praias para surf e acesso às montanhas para prática de esqui e snowboard.

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ILHA SUL:

A primeira parada da ilha sul foi na cidade de Dunedin que significa “a Escócia do Sul”. Parece realmente que você está na Europa, pelo clima mais frio e pelas construções, porém com a grande diferença dos neozelandeses serem mais simpáticos e abertos. A cidade fica próximo à Queestown, região mais famosa para prática de esportes radicais. Curiosidade: Para pular dos três Buggy-jumps, a chamada “Trilogia”, o preço é em torno de NZD 300,00. Recomendo demais também a região de Milford Sounds com lindos Fiordes e Mount Cook, ideal para esquiar e andar de snowboard. A última parada Christchurch, cidade bastante européia, é considerada a cidade mais inglesa fora da Inglaterra, é também uma das maiores cidades do país.

Bem, como deu para perceber, gostei muito da Nova Zelândia, para quem quer aprender inglês num estilo bem descontraído, aprecia a natureza e adora praticar esportes radicais ao ar livre, a Nova Zelândia é uma ótima escolha! As pessoas são mais puras e do que os EUA, mais simpáticas e mais abertas à diferentes culturas do que a Inglaterra, e o clima é mais ameno e quente do que o Canadá .

Espero que tenham gostado da Nova Zelândia! Até a próxima! ;)

Marina Motta

Capricorniana, internacionalista, autora do livro e blog Intercâmbio de A a Z e gerente do STB (Student Travel Bureau), em Recife. Apaixonada pelo mundo e por novos destinos, culturas e idiomas, é fluente em 5 idiomas (portugês, inglês, francês, espanhol e alemão) e tem bagagem de 11 Intercâmbios realizados entre 1996 a 2001. Em Junho/2010, foi entrevistada por Jô Soares, na TV Globo, na ocasião do lançamento do seu livro "Intercâmbio de A a Z" e, desde Agosto/2010, é também colunista da revista FERA! Desde 2005, é atuante em entrevistas e matérias sobre intercâmbio nos jornais Folha de São Paulo, Estado de Minas, Estadão, Jornal do Commercio, Diário de Pernambuco, Folha de Pernambuco e O Povo, e em matérias nas emissoras TV Globo, SBT, Band, TV Universitária e TV Clube. Já no quesito revistas, de circulação nacional, temos a Viagem e Turismo e Revista Capricho, além de sites como UOL e Veja. Agora, no Blog JuSantos!
 

21 fev

2013 inspira viagens sabáticas!por Marina Motta

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Roteiros com mais de cem dias são ideais para quem deseja refletir sobre a vida, traçar novas metas e ainda conhecer novas culturas.

Viajar é trocar a roupa da alma”, já dizia Mário Quintana. Quem leu o best-seller “Comer Rezar Amar” acompanhou a viagem da autora Elizabeth Gilbert em busca de sua redescoberta pessoal pela Itália, Índia e Indonésia, e comprovou que ela conseguiu se reencontrar. O caso de Liz Gilbert não é o único. Por isso, atento à mudança no comportamento de seus clientes, o STB – Student Travel Bureau selecionou alguns roteiros prolongados para aqueles que desejam reavaliar as possibilidades de carreira, refletir sobre a vida e traçar novos objetivos.

O período sabático, pausa entre um ciclo e outro da vida, está intimamente ligado ao lifestyle e agrega rica bagagem à vida dos viajantes, pois permite a redescoberta de si mesmo, além do conhecimento de novas culturas. Em parceria com o Intrepid Travel (principal operadora turística européia) e com dicas de guias locais, os roteiros são voltados para grupos de, no máximo, 12 pessoas e oferecidos em três categorias, que atendem a diferentes perfis. Na Basix, é possível se hospedar em casa de família ou em hotéis da comunidade local de uma a duas estrelas e os passeios são feitos com transporte público e até mesmo de bicicleta. Na categoria Original, os hotéis variam de duas a três estrelas e os passeios são feitos tanto com transporte público quanto privado. Na Comfort, os hotéis variam de três a quatro estrelas e todos os tours são feitos com transporte privado.

Confira a seguir, alguns roteiros para período sabático: 

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Mais informações, recife@stb.com.br ou (81)2123-4522

Bjs e até a próxima viagem!

Marina.

Marina Motta

Capricorniana, internacionalista, autora do livro e blog Intercâmbio de A a Z e gerente do STB (Student Travel Bureau), em Recife. Apaixonada pelo mundo e por novos destinos, culturas e idiomas, é fluente em 5 idiomas (portugês, inglês, francês, espanhol e alemão) e tem bagagem de 11 Intercâmbios realizados entre 1996 a 2001. Em Junho/2010, foi entrevistada por Jô Soares, na TV Globo, na ocasião do lançamento do seu livro "Intercâmbio de A a Z" e, desde Agosto/2010, é também colunista da revista FERA! Desde 2005, é atuante em entrevistas e matérias sobre intercâmbio nos jornais Folha de São Paulo, Estado de Minas, Estadão, Jornal do Commercio, Diário de Pernambuco, Folha de Pernambuco e O Povo, e em matérias nas emissoras TV Globo, SBT, Band, TV Universitária e TV Clube. Já no quesito revistas, de circulação nacional, temos a Viagem e Turismo e Revista Capricho, além de sites como UOL e Veja. Agora, no Blog JuSantos!